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Cientista afirma que achou o lugar da “alma” em seres humanos


Muitos se levantaram bem cedo da cama para participar da segunda fase de provas do Exame Nacional do Ensino Médio no último domingo (11). Mas um grupo de jovens de Fortaleza decidiu fazer o mesmo, mesmo sem estarem inscritos no Enem. Eles queriam levar uma palavra de apoio aos estudantes e também anunciar as Boas Novas em um dos locais da prova.

O grupo de jovens da Igreja Comunidade das Nações se posicionou à entrada da Universidade de Fortaleza (Unifor) para receber os participantes do Enem ao som de muitos louvores e com bastante animação.

Bem dispostos, os jovens cantavam com dois violões e um cajon (percussão) para receber os estudantes que chegavam ao local de prova.

Ao som de músicas gospel, como as dos cantores Kleber Lucas e Renato Mimessi, os jovens evangélicos explicaram que o objetivo ali era bem claro.

"Viemos trazer uma palavra de ânimo, boas novas, de boa sorte, de bom desempenho para eles estão definindo o futuro deles aqui", declarou Wesley, um dos organizadores do grupo. "Viemos trazer uma palavra de alegria".

A consciência seria, portanto, um efeito da gravidade quântica nesses microtúbulos, que atuam como meros canais para a transferência da informação responsável pelo que chamamos de consciência.

Para Penrose isso ajudaria a explicar o que acontece quando as pessoas têm experiência de quase-morte. “Se o paciente não sobreviver por algum motivo e vier a falecer”, é possível que a informação quântica possa existir fora do corpo, como uma ‘alma’, talvez indefinidamente”, acrescenta.

A motivação de Hameroff e Penrose para estabelecer sua teoria foi o questionamento: “A origem da consciência reflete o nosso lugar no Universo, a natureza de nossa existência. Será que a consciência, em algum sentido, esteve aqui o tempo todo, como as abordagens espirituais afirmam?”.

Alemães pensam parecido

Pesquisadores no Instituto Max Planck de Física, em Munique, Alemanha concordam. Eles afirmam que o universo físico em que vivemos é baseado em nossa percepção. Contudo, uma vez que nossa parte física morre, não há um fim definitivo.

O chefe da instituição, Hans-Peter Durr, enfatiza que “o que nós consideramos como este mundo, o ‘aqui e agora’, é apenas a parte material daquilo que achamos compreensível”, enquanto “existe uma realidade infinita muito maior”.

Neste sentido, Durr observa que “as nossas vidas já estão cercadas” por este outro mundo. Mesmo “quando o corpo morre, o campo quântico espiritual continua a existir” um fenômeno que poderia ser considerado como “a imortalidade da essência [alma]”.

O cientista Christian Hellwig, do Instituto Max Planck de Biofísica e Química, em Goettingen, Alemanha, acrescenta que as propriedades dos “nossos pensamentos, nossa vontade, nossa consciência e nossos sentimentos” podem ser considerados “espirituais”. Afinal, elas “não têm nenhuma interação direta com as forças da natureza fundamental”, correspondendo “exatamente com as características que distinguem os fenômenos extremamente intrigantes e maravilhosos do mundo quântico.” (GospelPrime)


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