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“Escrituras são muito claras: casamento gay não é uma opção”, diz teólogo homossexual assumido


Um pequeno documentário sobre a homossexualidade no meio cristão proporcionou a um teólogo assumidamente gay a oportunidade de falar de forma mais enfática sobre o tema, sem as amarras da militância LGBT e com profunda sinceridade e respeito à Bíblia Sagrada.

Um dos entrevistados no documentário, produzido pela BBC, foi David Bennett, um acadêmico de Oxford que se identifica como gay e afirma abertamente que se comprometeu com o celibato vitalício. Com um Ph.D. em teologia na Universidade de Oxford, ele é membro do Centro Oxford para Apologética Cristã (OCCA), e discursou no fórum de treinamento de jovens apologéticos da OCCA, “Reboot”, explicando mais sobre sua jornada para a fé em Cristo.

“Se eu não conhecesse Deus e Jesus, eu diria ‘não, eu não quero ser celibatário’. Mas as Escrituras são realmente claras para mim que o casamento gay não é uma opção”, afirmou Bennett. “Eu tive que desistir disso”, continuou ele.

“Foi muito difícil quando me tornei cristão, porque muitos dos meus amigos LGBT não entenderam. Foi um caminho muito difícil, mas também tem sido incrivelmente alegre e glorioso”, acrescentou em sua palestra.

A entrevista concedida à BBC foi logo após o evento da OCCA, quando uma repórter o questionou sobre como é seu comportamento sexual ou a falta dele: “Vamos ser claros sobre o celibato, então, sem sexo?”, ela perguntou.

“Sim, sem sexo”, ele respondeu.

“Sem beijos?”, ela insistiu, demonstrando perplexidade com a resposta.

“Bem, o problema é que eles estão todos ligados. Se eu beijar alguém, haverá desejo sexual envolvido”, explicou o teólogo celibatário.

O repórter então sugeriu que as escolhas pessoais ousadas de Bennett certamente resultariam na falta de uma experiência de vida: “Você não acha que vai perder?”, perguntou ela.

A resposta de Bennett para isso foi franca e profunda: “Não. É o que eu quero que as pessoas entendam – que Deus é real. Quando fui salvo naquele pub quando tinha 19 anos, conheci um Deus real, uma presença viva no meu corpo que me dá intimidade. Então, eu não preciso fazer sexo”, afirmou, pacientemente.

“O problema com a nossa sociedade é que pensamos que sexo é intimidade, mas isso não é verdade. Pode ser, mas apenas no contexto certo”, aprofundou-se, fazendo referência ao casamento bíblico.

A essa altura a repórter da BBC o interrompeu, sugerindo que as crenças de Bennett – que envolvem “negar a si mesmo” e por isso estão claramente de acordo com a Bíblia – podem ser “perigosas”.

“Eu acho que é um mal-entendido fundamental. Estou dizendo que me apaixonei por Cristo, o Deus vivo encarnado, e Ele está me satisfazendo. Eu diria que você está me lendo de uma maneira que é realmente sobre sua própria percepção”, rebateu David Bennett, concluindo seu raciocínio.


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